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A OEI dá as boas-vindas aos estudantes bolseiros do Programa Paulo Freire - PALOP

OEI - Ciência . 15/02/2019
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Dando seguimento às deliberações da XXIV Conferência Ibero-americana de Ministros da Educação (México, agosto de 2014), a OEI lançou o Programa Paulo Freire de Mobilidade Académica para estudantes de graduação e pós-graduação em formações conducentes à profissão docente, contribuindo para o reforço de competências e a melhoria da qualidade da educação. 
 
Na mesma Conferência, foi aprovada a recomendação de “incorporar, como observadores-colaboradores, os Ministros da Educação dos Países lusófonos de África e Timor Oriental”, promovendo por esse meio a cooperação entre duas regiões que partilham culturas, línguas próximas e até geografias.
 
Nesses termos, em 2018, foi criada a linha de Mobilidade Académica Paulo Freire destinada à cooperação entre instituições de ensino superior de Portugal e dos PALOP,  que atribuiu 21 bolsas de mobilidade para frequência de um semestre numa das instituições parceiras, sendo as formações reconhecidas pelas instituições de origem. Trata-se de um programa inovador que corresponde ao objetivo de criar programas de mobilidade que permitam também maior conhecimento entre comunidades, além da experiência de formação em contextos diversificados.
 
São sete as instituições portuguesas envolvidas no Programa Paulo Freire- PALOP: as Universidades de Lisboa (Instituto Educação e Faculdade de Letras), de Aveiro, do Porto e do Minho e os Politécnicos de Beja, Bragança e Leiria –  que acolhem estudantes de licenciatura, mestrado e doutoramento de cinco universidades de países de língua portuguesa: ISCED Huíla (Angola), Universidade de Cabo Verde, Escola Superior Tchico Té da Guiné Bissau, Universidade Pedagógica de Moçambique e Universidade de S.Tomé e Principe.
 
Esta semana chegaram a Portugal os primeiros estudantes bolseiros do Programa Paulo Freire-PALOP. Damos-lhes as boas-vindas!
 
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