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Portugal aposta na internacionalização do ensino e do conhecimento

OEI - Ciência . 07/01/2020
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A internacionalização e expansão do ensino superior português é uma das grandes apostas do Governo de Portugal para esta década. É esse o objetivo do Conselho Coordenador do Ensino Superior (CCES), cujo novo elenco diretivo reúne pela primeira durante o mês de janeiro, em Lisboa. O Executivo pretende, também, que os graduados portugueses no estrangeiro promovam a internacionalização do conhecimento nas mais diversas áreas do saber.

Para liderar o CCES no período entre 2020 e 2023, a escolha de Manuel Heitor, Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, recaiu em Célia Reis, CEO da Altran Portugal, tendo este órgão consultivo como missão principal contribuir “para a expansão do ensino superior português e para a sua crescente internacionalização”.

Fazem também parte do CCES, representantes da REN e da Fundação Volkswagen (Alemanha), de universidades europeias, de Universidades e Institutos Politécnicos portugueses,  da Associação Portuguesa de Ensino Superior Privado,  bem com dos estudantes do ensino universitário e dos estudantes do ensino politécnico.

Da agenda da primeira reunião do CCES destacam-se os seguintes temas: a discussão da proposta de Orçamento do Estado para 2020, o contrato de legislatura para o ensino superior entre 2020-2023, as dinâmicas do mercado de emprego e sua relação com a evolução da oferta de ensino superior,  o relatório de progresso do grupo de avaliação sobre emprego científico e a revisão do regime legal de acesso para estudantes provenientes de vias profissionalizantes e estudantes internacionais.

A “diplomacia científica” é outra das apostas do Governo Português. Manuel Heitor pretende que os graduados portugueses que estudam e trabalham no estrangeiro promovam a internacionalização do conhecimento em áreas diferenciadas do saber.

O Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior está otimista em relação ao investimento em I&D, atualmente de 1,5% do PIB, sendo que o objetivo é chegar, em 2030, aos 3%. “Isto significa que, em 10 anos, vamos duplicar o investimento público, em ciência e tecnologia, e triplicar o investimento privado” e considera ainda “fundamental e estratégica” a parceria ativa do país político, científico, educativo e empresarial com os portugueses mais qualificados, a trabalhar e a investigar lá fora. 

 
 
 
 
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