A Secretária de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior

Secretária de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior na Futurália

OEI - Ciência . 15/03/2018
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A Secretária de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior Maria Fernanda Rollo, participou na inauguração do “Fórum Futurália – Educação, Património e Conhecimento” e da “FuturáliaCult” no dia 14 de março, na FIL, em Lisboa, no âmbito da Futurália 2018, onde sublinhou   que a formação superior aumenta consideravelmente as possibilidades em matéria de emprego, condição socioeconómica e realização pessoal. 

Nesse sentido, Maria Fernanda Rollo abordou a iniciativa “Estudar mais é preciso” e a campanha “Não desistas de ti” que estará em destaque no stand da Direção-Geral do Ensino Superior na Futurália com, a maior feira nacional que, todos os anos, mostra a oferta de educação, formação e orientação educativa constituindo um espaço privilegiado para estimular e orientar os milhares de jovens e famílias que visitam a FIL.

Os dados são expressivos e elucidativos: em média, entre 80% a 91% dos adultos que concluíram os vários níveis de formação superior têm emprego contra 74% a 79% daqueles que concluem o secundário, e menos de 60% dos adultos que não concluíram o secundário); em todos os países da OCDE, a diferença salarial entre adultos com formação superior e adultos com formação secundária é geralmente mais evidente do que a diferença salarial entre estes últimos e os adultos sem formação secundária; o mercado de trabalho continua a considerar um diploma superior como o principal indicador das competências de um trabalhador; os benefícios da aposta na formação superior são ainda visíveis em competências pessoais como a literacia, e desempenhos sociais como a confiança interpessoal ou o compromisso cívico. Em média, 92% dos indivíduos com formação superior afirmam-se satisfeitos com a sua vida, enquanto entre aqueles com formação secundária essa percentagem desce para os 83%.

Portugal continua a ter uma percentagem de acesso ao ensino superior significativamente baixa quando comparada com a realidade internacional e com as necessidades reais do país, como evidenciam os indicadores de qualificação da população portuguesa. Apenas 1 em cada 3 jovens em idade de frequência do ensino superior se encontram efetivamente a frequentá-lo. Realidade que importa alterar, demonstrando as vantagens evidentes que a formação superior proporciona.